Perfeição a cada garfada

Já que hoje é domingo, trouxe para vocês uma receita de sobremesa absolutamente sensacional que testei este final de semana na casa da minha mãe. E a melhor parte, claro, é que ela não é muito calórica e pode ser consumida sem culpa. Mas só em ocasiões especiais, certo?

Deliciosamente leve, esta sobremesa cai bem com qualquer cardápio. Minha sugestão é prepará-la para um almoço familiar de domingo. Outra dica: façam duas receitas, porque esta rende apenas 8 porções pequenas e todos que provarem vão querer repetir várias e várias vezes. Acredite.

Pavê de coco e morango

Pavê de coco e morango

215 ml de leite desnatado
4 col. de sopa de leite de coco light
1 caixa (150 g) de biscoito champanhe
275 ml de água de coco
2 col. de sopa de coco ralado fresco
1 col. de sopa cheia de amido de milho
2 col. de sopa de adoçante para forno e fogão
2 col. de chá de essência de baunilha
8 morangos cortados ao meio para decorar

Modo de preparo:
para o creme
Em uma tigela, dissolva o amido de milho no leite desnatado. Junte 125 ml de água de coco, o adoçante, o coco ralado e a essência de baunilha. Dispeje numa panela antiaderente e leve ao fogo baixo misturando sempre até engrossar.
Junte 250 ml de água de coco com o leite de coco light numa tigela. Mergulhe todos os biscoitos na mistura para umedecê-los.

montagem
Cubra o fundo de um pirex com uma camada de biscoitos. Despeje por cima uma camada do creme já em temperatura ambiente. Alterne uma camada de biscoito com uma camada de creme até acabar. Finalize com uma camada de creme. Decore com os morangos cortados e leve à geladeira até endurecer. Sirva gelado.

Não tenho palavras para explicar o quão delicioso ficou este doce. A consistência ficou perfeitamente levinha. Por levar água de coco e leite de coco, a sobremesa fica bem molhadinha e saborosa. Para quem não gosta de coco vale ressaltar que o gosto final não é muito forte, mas o sabor é inquestionável.

O bom do coco é que ele aceita várias combinações. Para quem não é muito fã de morango, outras sugestões para decorar incluem framboesa, amora, cereja, mirtílo ou até abacaxi cortado em cubinhos. Vale também decorar apenas com mais algumas colheradas de coco ralado fresco. E para deixar o doce um pouco mais sofisticado, é possível decorar também com damascos secos e salpicar com nozes picadas. Fica uma delícia.

Por hoje é só.

Bon appetit!

A nova onda na hora de empanar

Sempre gostei de filé a milanesa, fosse de carne, frango ou peixe. Mas depois que passei pela reeducação alimentar, vi que essa história de fica empanando e fritando os filés não era algo muito saudável para minha vida. Confesso que sinto um pouco de saudade, mas agora descobri uma farinha que, além de ser nutritiva, serve como substituto na hora de preparar o empanado: a farinha de maracujá.

Segundo li em artigos escritos por nutricionistas, a farinha é feita da casca do maracujá e é riquíssima em fibras, vitaminas e minerais. Além disso, tem o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, controlar a glicemia e reduzir a velocidade com que o açúcar entra no sangue, o que é ótimo para quem sofre com diabetes. Por fim, a farinha de maracujá é também um excelente bloqueador de gordura, reduzindo a quantidade que é absorvida pelo organismo. Ou seja, fantástico para quem quer manter a linha e a dieta.

Com todos esses benefícios, não tinha como eu não provar uma receita que achei de peixe empanado com a tal da farinha de maracujá. O resultado ficou divino e, apesar de não ficar tão crocante quanto o tradicional filé a milanesa, vale a pena a substituição para ganhar todos os benefícios que a farinha da casca de maracujá proporciona.

Peixe empanado com maracujá

Peixe empanado com maracujá

1 filé de linguado
1 dente de alho amassado
1 col. de sopa de suco concentrado de maracujá
2 col. de sopa de vinho branco
1 col. de sopa de farinha de maracujá
1 col. de sopa de farinha de rosca
azeite e sal a gosto

Modo de preparo:
Numa forma refratária, tempere o peixe com sal, alho, o suco de maracujá e o vinho branco. Deixe marinar por 30 minutos. Misture a farinha de maracujá com a farinha de rosca e empane os filés. Unte uma forma antiaderente com um fio de azeite e coloque o filé. Regue o peixe com outro fio de azeite e leve ao forno pré-aquecido em 180ºC por 25 minutos. Vire na metade do tempo. Sirva em seguida.

O tipo de peixe que usei não se presta perfeitamente para esta preparação pois é bastante fino e quebradiço. Entretanto, não comprometeu em nada o sabor final do prato. De qualquer maneira, sugiro optar por outros tipos de filés, como namorado, st. pierre, robalo ou pescada.

O gostinho da farinha de maracujá é praticamente o mesmo da farinha de rosca normal, ou seja, não se preocupe se você não gosta muito do gosto do maracujá pois não vai ficar muito forte. Mas caso você seja como eu que adora maracujá, vale fazer a marinada com uma quantidade maior do suco para que o peixe pegue bem o sabor.

Além de ser super nutritivo, este prato é altamente saudável e pouco calórico. O fato de assar o filé no forno ao invés de fritá-lo reduz enormemente o número de calorias e gordura ingerida. O peixe pode não ficar crocante como fica quando é frito, mas os benefícios desta forma de preparação acabam compensando no final.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Outro clássico

Sempre fui apaixonada pela culinária chinesa. Quando era pequena, meus pais deixavam nós, os filhos, escolhermos o cardápio do jantar ou almoço especial no dia dos nossos aniversários. Na minha vez não tinha dúvida: restaurante chinês e de preferência com muita comida!

Entretanto, com o passar dos anos fui percebendo que a maneira como a comida tradicional chinesa é preparada, pelo menos a que eu mais gostava e nos restaurantes que frequentava, não é lá das mais saudáveis pois inclui bastante gordura e fritura. Por essa razão, agora eu evito comer essas delícias.

A exceção é quando consigo encontrar uma receita para testar eu mesma em casa. Assim, posso controlar a maneira como o prato é preparado e saboreio minha refeição sem nenhum peso na consciência, já que sei que o que estou comendo é altamente saudável. Nada melhor, então, do que compartilhar minha escolha de hoje, o sempre favorito frango xadrez.

Frango xadrez

Frango xadrez

100 g de filé de frango cortado em cubos
80 g de pimentão vermelho cortado em quadrados
50 g de champignon em conserva
1/2 cebola cortada em quadrados
1 dente de alho picado
100 ml de água
1 col. de chá de amido de milho
pimenta-do-reino e shoyu light a gosto

Modo de preparo:
Tempere o frango com a pimenta e reserve. Numa panela antiaderente, refogue a cebola e o alho com um pouco de shoyu até amaciar. Retire a cebola e reserve. Na mesma panela, acrescente o pimentão e o champignon e refogue com um pouco mais de shoyu por aproximadamente 5 minutos. Retire os vegetais e reserve.
Ainda na mesma panela, cozinhe o frango até ficar macio. Dilua o amido de milho na água e despeje na panela mexendo sempre para não “empelotar”. Cozinhe em fogo baixo até engrossar. Por fim, devolva os vegetais reservados à panela e mexa bem por mais alguns instantes para que todos os ingredientes peguem o tempero e terminem de cozinhar. Sirva em seguida.

A vantagem do frango xadrez é que, por mais que pareça elaborado, a preparação na verdade é bastante simples. Outro fato legal é a possibilidade de poder brincar com as cores dos pimentões. Desta vez, fiz apenas com pimentão vermelho pois era o que tinha sobrando em casa. Mas, para deixar o prato mais colorido, misture o verde e o amarelo junto na hora de preparar o prato.

Outro toque final que pode ser feito para deixar a receita ainda mais saborosa é acrescentar amendoim ou castanha de caju por cima do frango quando estiver pronto. Além de dar um sabor sensacional, as frutas oleaginosas proporcionam ao organismo gorduras essenciais. Entretanto, vale um alerta: por serem bastante calóricas, elas devem ser consumidas sempre com moderação. Uma colher de sobremesa salpicada no prato está de ótimo tamanho.

Por hoje é só.

Bon appetit!

A constante busca pela variedade

Não canso de enfatizar a importância de começar todo almoço ou jantar com um belo prato de salada. Além de garantir uma variedade maior de cores ao cardápio, ajuda a satisfazer o estômago e previne contra exageros desnecessários durante o restante da refeição.

Ao mesmo tempo, ninguém merece ficar só no alface, tomate e cenoura ralada pro resto da vida. Por isso, tenho me empenhado em achar receitas diversificadas e interessantes para incrementar minhas saladas diárias. Esta de hoje é bem diferente pois, além de combinar ingredientes inusitados, é refogada e deve ser servida quente. Ficou uma delícia.

Salada quente de repolho

Salada quente de repolho

100 g de repolho verde cortado em tiras finas
1/4 cebola roxa picada
40 g de pimentão vermelho picado
4 azeitonas verdes em rodelas

Modo de preparo:
Numa panela antiaderente, refogue a cebola e o repolho até murcharem. Desligue o fogo e acrescente os demais ingredientes. Para temperar, regue com 1 col. de sobremesa de azeite, 1 col. de sobremesa de vinagre e uma pitada de sal. Sirva quente.

Apesar de ser refogada, a salada continua extremamente saudável pois o processo é feito sem adição de gorduras. Apenas algumas gotinhas de água são suficientes para cozinhar os ingredientes se você utilizar uma panela antiaderente. Caso não tenha uma, use o mínimo de azeite possível no preparo da salada.

Sempre vale lembrar que o azeite de oliva extra virgem é super saudável e contem gorduras essenciais para o bom funcionamento do organismo. Entretanto, estes benefícios só funcionam quando o azeite é consumido cru e frio. Ou seja, no momento em que ele é aquecido para o preparo de qualquer receita perde sua característica e a gordura boa é transformada em gordura prejudicial à saúde.

Nunca tinha provado uma salada como esta. O sabor ficou sensacional e a combinação da cebola roxa com o repolho, o pimentão e a azeitona, além de deixar o prato super colorido, encaixou perfeitamente com os temperos. Se quiser elaborar mais um pouco a salada, vale acrescentar cenoura ralada e folhas de rúcula rasgadas. O resultado é fantástico.

Por hoje é só.

Bom appetit!

No fundo cozinhar é uma arte

Não sei se cometi um sacrilégio pois não conhecia a receita, mas achei um prato super interessante numa revista e resolvi fazer algumas modificações para torná-lo, a meu ver, ainda mais saboroso e saudável. Digo que talvez tenha cometido um pecado porque o nome da receita remete à uma cidade. Vai que o prato é super conhecido e eu “estraguei” mudando algumas coisinhas.

Dito isso, sou sempre a favor de adaptar receitas ao gosto do chef e da clientela (no caso, eu) e confesso que nunca sigo uma receita 100% como está escrita. No fundo, cozinhar é uma arte que tem lá suas técnicas e modos de preparação básicos, mas que deve sempre ser baseado no toque individual se quem está preparando o prato. Saber ter aquele feeling para mudar alguns temperos ou ingredientes e tornar a comida mais interessante e saborosa é fundamental.

Enfim, vamos a receita de hoje.

Pimentão paulista

Pimentão paulista

1/2 pimentão vermelho
1/2 cebola
2 col. de sopa de shoyu light
3 col. de sopa de vinagre de vinho branco
pimenta-do-reino e orégano a gosto

Modo de preparo:
Corte o pimentão em tiras largas e retire as sementes. Leve ao forno médio (200ºC) numa forma refratária até murcharem (aproximadamente 30 minutos).
Numa panela antiaderente, refogue a cebola cortada em rodelas médias com o shoyu e o vinagre até ficarem macias. Acrescente pimenta e orégano a gosto. Por fim, junte os pimentões assados e deixe refogar por mais 2 minutos. Sirva em seguida.

A única grande mudança que fiz na receita, na verdade, foi usar o shoyu light ao invés do azeite para refogar a cebola e o pimentão. Fiz isso para dar mais um temperinho aos vegetais e para evitar usar gordura no preparo. Como o shoyu já é bastante salgado, também não houve necessidade de acrescentar sal ao tempero.

O sabor deste prato ficou absolutamente divino. Na receita original sugeriam servir acompanhado de torrada integral. Realmente, este pimentão daria uma ótima entrada servido como canapé em alguma festa ou jantar. Entretanto, fiz o prato para acompanhar um filé mignon simples que preparei para meu jantar.

A combinação caiu super bem e mostrou que o prato também serve perfeitamente para acompanhar um grelhado ou carne assada. Isso sem contar que o pimentão vermelho é super saudável e contem vitaminas e minerais indispensáveis para o bom funcionamento do organismo.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Almoço vapt-vupt

Nos dias atuais está cada vez mais difícil guardar uma ou duas horas para preparar um almoço completo e sofisticado. Muitas vezes, acabamos tendo uma hora apenas de horário de almoço e nem sempre dá tempo de chegar em casa para cozinhar.

Mas naqueles dias em que conseguimos dar uma fugidinha para casa, mesmo tendo apenas 30 minutos, é possível preparar pratos saborosos e altamente saudáveis para nosso almoço. Além de ser super fácil e prática de fazer, a receita de hoje não demora quase nada para ficar pronta. Não cheguei a cronometrar, mas acho que terminei de fazer tudo em 35 minutos.

Filé de linguado com cogumelos salteados

Filé de linguado com cogumelos salteados

100 g de filé de linguado
50 g de cogumelo-de-paris em conserva fatiados
1 col. de sopa de shoyu light
1 limão
1 tablete de caldo de peixe
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Numa panela antiaderente, salteie os cogumelos no shoyu até ficarem macios e dourados. Tempere o peixe com sal e pimenta a gosto. Faça rolinhos com os filés e use palitos de madeira para mantê-los enrolados. Reserve.
Dissolva o caldo de peixe em 500 ml de água e leve ao fogo até ferver. Escalde os rolinhos de peixe no caldo por aproximadamente 8 minutos. Retire os rolinhos e sirva com os cogumelos. Regue os dois com o suco do limão.

Como o caldo do peixe tem um sabor bastante forte, os filés não precisam ficar marinando por muito tempo para ficarem bem temperados. O sal e a pimenta já são suficientes para dar um gostinho divino. E é justamente por este motivo que o tempo de preparo desta receita é tão pequeno. No final das contas é só o tempo de saltear os cogumelos (o que não demora mais do que 5 minutos) e o tempo de ferver o caldo e escaldar o peixe (o que junto deve dar 15 minutos no máximo).

Além de leve e saudável, este prato é extremamente saboroso. Recomendo fazer um arroz de 7 grãos para acompanhar ou mesmo preparar uma salada com um mix de folhas verdes, pepino cortado em rodelas e cenoura ralada. Aproveite o limão para regar também a salada. A refrescância deste prato é inigualável, e sua praticidade vai fazer você querer repetir vários dias seguidos. Acredite, já aconteceu comigo.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Um toque especial

Posso não ter comentado explicitamente, mas acho que já deu para perceber que a grande maioria das receitas que publico aqui não são de minha autoria. Geralmente encontro elas em livros de culinária saudável, resolvo testá-las em casa e quando vejo que dão certo e são gostosas compartilho no blog.

Dito isso, sempre acabo dando um toquezinho diferente nas receitas. São coisas pequenas, mas de vez em quando mudo um ou outro ingrediente (seja por praticidade ou gosto) ou então ajusto a quantidade ou modo de preparo de acordo com as minhas necessidades.

A receita de hoje não é originalmente minha. Mas fiz uma importante modificação já que a maneira como estava sugerida me pareceu que não ia funcionar muito bem. O resultado foi sensacional e acho que não ficou devendo em nada com relação ao modo de preparo descrito no livro. De qualquer maneira, aqui está a versão que eu fiz.

Nhoque de ricota e espinafre

Nhoque de ricota e espinafre

85 g de espinafre
1 dente de alho picado
1/4 de cebola picada
50 g de ricota fresca
1/2 tomate cortado em cubos
sal, pimenta-do-reino, orégano e manjericão a gosto

Modo de preparo:
Pique o espinafre e refogue numa panela antiaderente com a cebola, o alho, sal e pimenta-do-reino. Mexa até murchar e despeje a água que soltar do refogado. Numa tigela, esfarele a ricota com um garfo e misture com o espinafre. Amasse bem com as mãos até formar uma massa homogênea. Faça pequenas bolinhas e reserve.
Leve o tomate picado para uma panela antiaderente e tempere com manjericão e orégano a gosto. Cozinhe em fogo baixo apenas para aquecer e amolecer. Arrume as bolinhas num prato e regue com o molho de tomate por cima. Sirva em seguida.

Na receita original dizia para acrescentar 1 col. de chá de farinha de trigo nas bolinhas e cozinhá-las em água quente por 10 minutos. Entretanto, logo percebi que isso seria impossível pois certamente desmoronariam. E foi o que aconteceu com uma primeira que coloquei como teste.

No fim, resolvi não fazer isso e creio que não fez a menor falta. O sabor deste prato ficou uma maravilha e a combinação ricota, espinafre, tomate, manjericão e orégano é uma que não cansa nunca. Apesar de bastante saudável, esta receita não é exatamente leve nem pouco calórica já que contém uma quantidade considerável de queijo (que mesmo branco tem lá sua dose de gordura).

Entretanto, apreciando com moderação, a ricota é uma ótima fonte de proteína e uma excelente alternativa aos outros queijos amarelos mais gordurosos ainda. Vale a pena deixar-se deliciar com esta iguaria de vez em quando. E se for junto do espinafre, melhor ainda.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Para adoçar o paladar

Já está virando tradição aos domingos ter receita de uma saborosa sobremesa aqui no blog. E, como ninguém é de ferro, nada melhor do que hoje para sair um pouco da dieta e deixar-se adoçar um pouco o paladar. Entretanto, para não extrapolar completamente, minha sugestão de hoje é bastante light e pouco calórica. Mas nem por isso deixa de ser absolutamente deliciosa. Aproveitem.

Gelado de maracujá

Gelado de maracujá

1 pote de iogurte desnatado
4 col. de sopa de suco concentrado de maracujá sem açúcar
3 col. de sopa de adoçante em pó
1/2 envelope de gelatina sem sabor incolor

Modo de preparo:
Hidrate a gelatina com 3 col. de sopa de água e leve ao microondas por 30 segundos para dissolver. (É possível também dissolvê-la no fogão em banho maria por aproximadamente 5 minutos.) O importante é não deixar a água ferver para a gelatina não perder seu poder de endurecer.
Bata no liquidificador o iogurte, a gelatina, o adoçante e o suco de maracujá por aproximadamente 2 minutos até ficar homogêneo. Antes de servir, leve à geladeira por duas horas ou até endurecer. Sirva gelado.

Rende 2 porções.

Quando achei esta receita simplesmente me apaixonei! Ela é uma versão bem mais light da tradicional mouse de maracujá (que eu adoro mas evito comer já que leva leite condensado e creme de leite). O sabor ficou divino, e se não soubesse que não era uma mouse normal não iria adivinhar nunca.

Mais uma vez aqui vê-se o quanto o iogurte desnatado presta-se bem para substituir ingredientes gordurosos e calóricos na hora de preparar uma sobremesa. São inúmeras as variações possíveis com este ingrediente para tornar um doce mais saudável e menos prejudicial à saúde. Isso sem contar que comer um iogurte por dia faz muito bem ao organismo pois ajuda a manter o intestino saudável. Por isso, vale a pena investir em receitas leves à base de iogurte diariamente.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Leve porém reforçado

Omeletes são ótimas opções para um jantar saudável. Se feitas com uma gema e duas ou mais claras, funcionam como excelentes fontes de proteína sem ter muita gordura nem colesterol que prejudicam a saúde. Além disso, aceitam uma variedade de acompanhamentos saborosos para complementar a refeição, como sopas, saladas ou fatias de pão integral torradas.

Já compartilhei aqui com vocês uma descoberta que mudou a minha vida: a omeleteira de microondas. Agora, descobri uma receita de omelete feita no forno. Ou seja, também não é frita na frigideira e não usa quantidades absurdas de gordura (seja óleo, azeite ou manteiga) na preparação. E de novo, ficou super leve e delicioso!

Omelete de forno

Omelete de forno

1 gema
4 claras
85 g de espinafre fatiado
100 g de cogumelos frescos fatiados
1 dente de alho picado
1 col. de sopa de cebolinha picada
60 ml de leite desnatado
1 col. de sobremesa de queijo light ralado
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Numa panela antiaderente, refogue o alho, a cebolinha e os cogumelos até ficarem macios. Pingue algumas gotas de água para ajudar no processo. Sem parar de mexer, acrescente o espinafre e refogue até ficar murcho. Escorra a água que soltar dos vegetais.
Numa tigela, bata a gema e as claras com um garfo ou batedor. Adicione o leite e o queijo e misture bem. Por fim, acrescente os legumes refogados e termine de mexer delicadamente. Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto.
Unte uma forma refratária com um fio de azeite e despeje a mistura. Leve ao forno pré-aquecido em temperatura baixa (180ºC) por aproximadamente 30 minutos até dourar. Sirva em seguida.

A própria receita sugeria fazer a omelete com espinafre e cogumelos. Como adoro essa combinação, fiz do modo como estava. Entretanto, aqui o que vale mesmo é a criatividade e o gosto de cada um na hora de escolher o recheio. Outras opções interessantes seriam blanquet de peito de peru light com tomate e pimentão verde picados ou então queijo minas frescal light com abobrinha, tomate picado e orégano.

No fim, são inúmeras as combinações possíveis para rechear qualquer omelete. O legal e diferente desta receita é a maneira como ela é assada numa forma refratária no forno. A consistência ficou perfeita e acaba que fica parecendo uma espécie de torta de ovo. Além de ter ficado bonita, o que vale mesmo é o sabor. E essa omelete ficou sensacional!

Por hoje é só.

Bon appetit!

Uma saladinha leve para acompanhar

Não importa qual seja meu cardápio do dia, faço questão de incluir uma salada no começo da refeição. Além de proporcionar nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, ajuda a saciar aquela fome inicial e evita possíveis exageros no decorrer do almoço ou jantar.

Mas nem sempre tenho muita imaginação na hora de montar minha salada. Dito isso, de vez em quando resolvo fazer uma pequena modificação aqui ou ali para variar um pouco. Esta receita não tem nada de muito diferente, mas a combinação dos ingredientes que usei com o tempero que inventei ficou tão gostoso que resolvi compartilhar.

Salada de pepino com tomate cereja

Salada de pepino com tomate cereja

4 folhas de alface crespa
3 tomates cereja
10 rodelas fininhas de pepino japonês

Para o molho
suco de 1/2 limão tahiti
1 col. de sobremesa de azeite extra virgem
1/2 col. de sobremesa de vinagre balsâmico
pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Rasgue as folhas de alface e disponha num prato. Distribua os tomates cortados em quatro. Corte o pepino em rodelas bem fininhas e arrume por cima dos outros ingredientes.
Para temperar, misture o suco, o azeite e o vinagre balsâmico e regue a salada. Salpique pimenta-do-reino a gosto.

Quase dei o nome para essa salada de Caprese modificada porque a combinação do verde da alface com o vermelho do tomate e o branco do pepino me lembrou a clássica que é preparada com manjericão, tomate e mussarela de búfala. Depois achei que seria pretensão demais da minha parte querer que as pessoas conseguissem substituir queijo por pepino sem reclamar.

A verdade é que um dos maiores problemas das saladas mais elaboradas são os ingredientes gordurosos ou oleosos e altamente calóricos que são acrescentados à elas, como queijos, castanhas, tomate seco etc. Isso sem contar com os molhos pesados ou cremosos usados no tempero. De qualquer maneira, essa pequena substituição que fiz da mussarela de búfala por pepino japonês tornou esta salada bem mais leve e saudável. E o gosto, como já falei, ficou sensacional.

Por hoje é só.

Bon appetit!