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Pouco conhecido no Brasil, o edamame, ou soja verde, faz parte da alimentação cotidiana na culinária japonesa. Muito por isso, também já foi bastante incorporada no dia a dia norte-americano. Riquíssima em proteína e fibras, é uma aliada fundamental para quem deseja manter uma alimentação saudável.

O edamame é encontrado normalmente congelado ainda na vagem e deve ser cozido em água fervente por alguns minutos. Depois, deve ser retirado da vagem e comido apenas o grão. Entretanto, também é possível encontrar a soja verde já retirada da vagem e congelada em pacotes de 300 g. O processo de cozimento é o mesmo, bastam 3 a 5 minutos na água fervente que está pronta para ser deliciada.

Succotash de edamame com milho verde

Succotash de edamame com milho verde

150 g de edamame congelado na vagem
100 g de milho verde congelado
1 col. de sobremesa de azeite
1/2 pimentão verde ou vermelho pequeno
1/2 cebola
1 dente de alho
15 ml de vinho branco
10 ml de vinagre de arroz
salsinha, cebolinha, sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Cozinhe o edamame e o milho verde congelados em uma panela com água fervente por 3 a 5 minutos. Escorra bem e passe por água corrente para parar o cozimento. Retire a soja da vagem e reserve juntamente com o milho.
Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo médio. Regue com um fio de azeite e refogue a cebola picada, o pimentão picado e o alho amassado. Mexa bem até começar a ficar macio. Acresente o milho, o edamame e o vinho branco. Refogue bem mexendo constantemente até evaporar quase todo o líquido para misturar todos os ingredientes.
Desligue o fogo e tempere com o vinagre de arroz e a salsinha, cebolinha, sal e pimenta a gosto. Sirva como acompanhamento de um grelhado de sua preferência.

Rende 2 porções.

São inúmeras as maneira de saborear o edamame. Esta receita encontrei num site de comidas norte-americanas e diz ser um prato típico desse país. Entretanto, também é possível comer o edamame como lanche da tarde apenas cozido na vagem e temperado com o pouco de sal. O importante é lembrar de retirar da vagem antes de comer.

Adorei esta mistura de edamame com milho. Fiz para saborear de duas maneiras. Na primeira noite comi como salada mesmo, apenas com estes ingredientes. Já na noite seguinte, aproveitei as sobras e grelhei camarões para acompanhar. O tempero do vinho branco misturado com o vinagre de arroz deu um toque divino à preparação simples e singela.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Explosão de sabores

O misso, pasta feita a base de soja, é tipicamente associado à culinária oriental e tem a capacidade de incrementar inúmeras receitas. Entretanto, nem sempre ela precisa especificamente fazer parte de uma receita tradicionalmente japonesa ou chinesa. Apenas o fato de acrescentá-la a uma preparação já consegue proporcionar um toque divinamente oriental a qualquer receita mundana.

Acho improvável a receita que trago hoje ser “oficialmente” japonesa. Mas uma marinada preparada à base de misso transformou um simples e cotidiano medalhão de filé mignon numa experiência gastronômica internacionalmente deliciosa. Tão simples, este prato me transportou ao redor do mundo numa combinação de sabores espetaculares.

Filé mignon marinado no misso

Filé mignon marinado no misso

1 medalhão de filé mignon médio
1 col. de sopa de misso
1 col. de sopa de mostarda escura ou picante
1 col. de sopa de cebolinha picada
1/2 col. de sopa de mel
1/2 col. de sopa de vinagre de arroz
1/2 col. de sopa de shoyu light

Modo de preparo:
Junte todos os ingredientes numa sacolinha plástica. Misture bem e acrescente o filé. Deixe marinando na geladeira por pelo menos 30 minutos ou até 2 horas.
Aqueça o forno a 200˚C e leve o filé para assar com um pouco da marinada por 20 minutos ou até atingir o ponto desejado. Sirva com arroz integral e legumes cozidos no vapor.

Por já incluir a pasta de misso e o shoyu light, ambos bastante salgados, na marinada não há nenhuma necessidade de temperar a carne com sal anteriormente. Um dica importante é tirar o filé da geladeira pelo menos 20 minutos antes de colocar para assar. Desta forma, ele volta à temperatura ambiente e consegue assar de maneira uniforme no forno.

A combinação dos sabores doce, salgado, picante e azedo presentes na marinada dão um toque fantástico e delicioso ao filé. Com isso, vemos que uma simples marinada de algumas horas tem a capacidade de transformar um singelo pedaço de carne numa viagem gastronômica sensacional. Experimente.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Divinamente molhadinho

Sempre que possível gosto de experimentar com ingredientes novos. Tenho uma tendência de comer sempre a mesma coisa quando gosto muito de algo. Para evitar que isso aconteça, procuro me forçar a trocar os ingredientes dos meus cardápios pelo menos semanalmente.

Muito por esse motivo, faz tempo que não como salmão, ou pelo menos não preparo salmão em casa. Amo salmão. Se pudesse comia todos os dias. Mas para dar uma variada (mais do que necessária) desta vez resolvi escolher uma receita com outro tipo de peixe. Escolhi o robalo, peixe branco, divinamente saboroso e fresquinho como nunca.

Robalo ao molho de tomate com alcaparras e champignon

Robalo ao molho de tomate com alcaparras e champignon

1 kg de filé de robalo fresco
200 g de cogumelo paris fresco
400 g de aspargo fresco
1 vidro de alcaparras em conserva
1 lata de tomates pelados
4 dentes de alho amassados
sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Corte o filé de robalo em cubos médios. Tempere com sal e pimenta a gosto e reserve. Numa panela funda, junte os cogumelos e os aspargos bem lavados. Acrescente o alho amassado e a lata de tomates pelados.
Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 5 a 7 minutos em fogo baixo mantendo uma leve fervura. Coloque as alcaparras o os cubos de robalo e mexa bem. Cozinhe por mais 3 a 5 minutos ou até que o peixe fique no ponto. Sirva com couscous marroquino ou arroz selvagem.

Rende de 4 a 6 porções.

Esta receita não preparei apenas para mim, por isso a quantidade de porções é maior. Entretanto, ela pode muito bem ser adaptada para servir apenas uma pessoa. Nesse caso, diminua a quantidade de robalo para uma posta média de filé e use apenas metade ou um terço dos demais ingredientes.

Super fácil de fazer, esta receita não deixa de ser quase que um ensopado de peixe já que ele cozinha dentro da panela no caldo formado pelos tomates. Muito por isso, o prato é bastante molhado e combina bem com algo como couscous marroquino que funciona como esponja para sugar o molho delicioso. Nada melhor do que uma receita diferente e simples como essa para saborear no dia a dia.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Sabor e saúde em 5 minutos

A receita que trago hoje para vocês exemplifica perfeitamente como a curiosidade e a praticidade são aliadas fundamentais na cozinha, especialmente de quem mora sozinho. Vocês já devem ter visto pacotes de alimentos com a seguinte frase escrita na caixa “cozido no vapor”. Eles já vem prontos para serem consumidos e duram bastante, mas não são exatamente conservas enlatadas já que não têm aditivos como sódio para conservá-los.

Sempre que via estes alimentos tinha curiosidade de experimentar. Queria saber, principalmente, se o sabor do alimento era o mesmo do preparado por mim em casa de forma tradicional. E, como não são exatamente conservas, será que a quantidade de sal seria alta como acontece com a maioria dos enlatados?

Salada de beterraba no vapor com espinafre e feijão branco

Salada de beterraba no vapor com espinafre e feijão branco

200 g de beterraba cozida no vapor
150 g de espinafre
1 caixa de feijão branco em conserva
1/2 cebola roxa
azeite, vinagre balsâmico, sal, pimenta e orégano a gosto

Modo de preparo:
Abra a lata de feijão branco e deixe escorrer água corrente durante alguns minutos para lavar bem e retirar o excesso de sal. Reserve.
Arrume num prato as folhas de espinafre bem lavadas e levemente rasgadas com a mão. Corte a cebola em meia lua e coloque por cima do espinafre. Corte a beterraba em cubos e posicione no prato. Por fim, despeje o feijão branco ao redor dos pedaços de beterraba. Tempere com azeite, vinagre balsâmico, sal, pimenta e orégano a gosto.

Rende 2 porções.

Fiquei maravilhada com esta salada. E, para minha alegria, a beterraba cozida no vapor é absolutamente deliciosa. Fresquinha e suculenta, ela realmente não tem um pingo de sal o que é ótimo já que podemos temperar a gosto e evitamos os excessos das conservas enlatadas.

No fim esta receita é perfeita para quem mora sozinho, vive correndo de um lado à outro e não tem muito tempo para gastar na cozinha. Super prática, ela demora no máximo 5 minutos para ficar pronta e fica uma delícia como acompanhamento de um belo peito de frango ou filé mignon grelhado. Experimente e comprove, recomendo.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Batalhando mais uma semana

Começa mais uma semana e com ela vem a necessidade de ir à luta novamente. Dia após dia batalhamos na vida para concretizar nossos objetivos. O bom é que enfrentando e superando os obstáculos conseguimos crescer um pouco mais a cada vitória. Entretanto, por mais que mantenhamos uma perspectiva otimista, tem dias que tudo parece uma grande guerra onde vence apenas o mais forte.

Para que, então, complicar o resto se podemos simplificar? Inspirada nesse clima de batalha resolvi preparar para meu almoço um clássico da culinária italiana chamado “Frango cacciatore“, ou “Frango do caçador”. O nome pode ser sofisticado, mas o prato é tão simples que ajuda a aliviar um pouco as tensões do dia.

Frango cacciatore

Frango cacciatore

1 peito de frango médio
1/2 cebola pequena
1/2 pimentão verde médio
100 g de cogumelo paris em conserva
1/2 lata de tomate pelado
2 col. de sopa de molho de tomate
sal, pimenta, orégano e salsinha a gosto

Modo de preparo:
Tempere o frango com sal e pimenta a gosto e corte em pedaços pequenos. Aqueça uma panela antiaderente e refogue o frango com um fio de azeite por alguns minutos até começar a ficar branco.
Corte a cebola e o pimentão em pedaços médios. Acrescente o tomate pelado, a cebola, o pimentão e o cogumelo à panela e deixe levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe mexendo de vez em quando por 10 minutos até que o frango fique pronto. Adicione o molho de tomate, salpique orégano e salsinha a gosto, mexa bem e sirva com arroz integral.

Apesar de simples e super fácil de fazer, este prato tem um sabor espetacular. Além disso, sua aparência é bastante curiosa já que não faz a menor questão de esconder sua origem. Convenhamos, a combinação do verde, vermelho e branco da bandeira italiano ficam lindos no frango, não é mesmo?

Não deixe o fato de hoje ser segunda deixá-lo para baixo pensando nas dificuldades da semana que começa. Aproveite para trazer um pouco de diversão e prazer ao dia preparando uma receita gostosa, aconchegante e super fácil de fazer. Dessa forma conseguimos relaxar e os problemas do dia a dia acabam esquecidos ou amenizados.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Para juntar a galera

Ontem à tarde me deu uma vontade louca de inaugurar minha forma de mini muffins que comprei na minha última viagem aos Estados Unidos. O problema disso é que como moro sozinha fazer 12 mini muffins só para mim acaba sendo uma tentação absurda. Não teria como não acabar comendo tudo.

Para reverter a situação, nada melhor do que chamar pessoas amadas para saborear a delícia junto com você. Melhor ainda, estes mini muffins são uma ótima desculpa para juntar todo mundo e saborear um delicioso pote de café ou chá num singelo lanchinho da tarde.

Mini muffins de cacau com chocolate amargo

Mini muffins de cacau com chocolate amargo

14 col. de sopa de farinha de trigo
1/4 de xíc. de chá de açúcar mascavo
2 col. de sopa de cacau em pó sem açúcar
1/2 col. de chá de fermento em pó
1/2 col. de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
120 ml de água
1/2 col. de sobremesa de essência de baunilha
1/2 col. de sopa de vinagre de vinho branco
30 g de chocolate amargo (70% cacau ou mais)
30 ml de óleo de canola
1 clara

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 200˚C. Unte uma forma refratária de mini cupcakes com 12 unidades com um pouco de azeite. Reserve. Quebre o chocolate amargo em quadradinhos pequenos e reserve.
Numa tigela, misture os ingredientes secos (da farinha até o sal) e misture delicadamente com uma colher até ficar homogêneo. Em outra tigela, junte os demais ingredientes (menos o chocolate amargo) e bata ligeiramente com um garfo até misturar completamente.
Abra um buraco no meio da tigela com os ingredientes secos e derrame a mistura de óleo, água e a clara. Comece a mexer com cuidado com o auxílio de uma colher ou garfo até que fique tudo bem misturado. Cuidado para não mexer demais se não os muffins podem ficar duros. Acrescente 2/3 do chocolate picado e misture à massa.
Divida a massa entre os 12 recipientes da forma de mini muffins até que todos fiquem cheios. Pegue o resto do chocolate picado e coloque um pedacinho por cima de cada muffin. Leve para assar de 8 a 9 minutos ou até que um palito enfiado no meio saia limpo. Sirva como acompanhamento de uma bela xícara de chá ou café como lanche da tarde.

Rende 12 mini muffins.

Não há palavras para descrever a delícia que ficaram estes mini muffins. Absurdamente fofinhos e macios, eles derretem na boca e levam o sabor espetacular do cacau a um patamar nunca antes atingido. A receita original era para fazer 12 muffins do tamanho normal. Entretanto, como a minha forma era de mini muffins, dividi a receita ao meio e fiz 12 do tamanho pequeno.

Caso você queira preparar estas delícias do tamanho tradicional, esta quantidade indicada rende 6. Para fazer 12, apenas dobre os ingredientes. E neste caso, não se esqueça de aumentar o tempo de forno para 15 minutos, aproximadamente. Mas vamos combinar, os pequenininhos são muito mais fofos e, por serem mini, podemos comer mais de um sem culpa. Melhor impossível, não é?

Por hoje é só.

Bon appetit!

Alterações singelas

Uma das coisas mais gostosas que podem acontecer na cozinha é uma inspiração que vem do nada e resulta numa refeição deliciosa e fantástica. Às vezes essa inspiração surge de uma simples mistura de duas coisas já conhecidas. Outras vezes basta apenas pegar um molho tipicamente servido com massa e transformá-lo em molho para outra coisa.

O tradicional molho à putanesca é clássico na culinária italiana e faz uma combinação deliciosa com massas diversas. Na receita original os ingredientes incluem tomate, azeitona, alcaparras e aliche. Desta forma já fica super gostoso, mas por alguma razão me deu vontade de omitir o aliche e usar o molho para colocar por cima de um belo filé de tilápia. O prato ficou mais suave e leve mas continuou absolutamente delicioso.

Tilápia à putanesca

Tilápia à putanesca

1 filé de tilápia
1/2 tomate picado
1 col. de sopa de alcaparras
1/2 cebola picada
1 col. de sobremesa de azeite
1 dente de alho amassado
5 azeitonas em rodelas
sal, orégano e pimenta calabresa a gosto

Modo de preparo:
Tempere o filé de tilápia com sal e pimenta a gosto. Leve para assar numa forma refratária antiaderente em forno médio (200˚C) por aproximadamente 15 minutos ou até que se desmanche com facilidade. Reserve.
Corte o tomate e a cebola em pedaços pequenos e reserve. Aqueça uma panela antiaderente e regue com um fio de azeite. Refogue a cebola e o alho até ficarem macios. Acrescente o tomate e mexa bem. Deixe cozinhar por alguns minutos até o tomate começar a murchar e soltar seu suco. Continue mexendo e acrescente as alcaparras e as azeitonas. Ferva por alguns minutos até reduzir e engrossar um pouco. Regue por cima do peixe assado e sirva a seguir.

Apesar da mudança na receita original, sinto que mantive a essência do prato já que combinei o molho com um filé de peixe. Uma vantagem de usar a tilápia e não o aliche é uma redução significativa na quantidade de sal ingerida já que estes filezinhos de peixe são extremamente salgados.

Neste caso acabei servindo a tilápia à putanesca com penne integral mas é possível omitir a massa e optar por outros acompanhamentos. Uma boa pedida é couscous marroquino temperado com um pouco de orégano e limão. E se quiser algo ainda mais sofisticado, prove com uma porção de arroz selvagem. Fica absolutamente sensacional.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Começos leves e refrescantes

Há tempos não publico aqui uma receita de saladinha simples para acompanhar a refeição. Já que hoje é sexta-feira e muito provavelmente irá incluir algum happy hour mais à noite, nada melhor do que começar o almoço com uma salada refrescante e leve para compensar as extravagâncias de mais tarde.

Saladas nunca exigem grandes sofisticações. No geral, quanto mais simples e menos ingredientes, mais leve e saudável será. Vale a pena sempre investir numa boa base de folhas verdes e acrescentar algumas poucas delícias de sua preferência. Mas se a imaginação anda preguiçosa, use esta combinação que criei para inspirar-se.

Saladinha simples

Saladinha simples

1 prato de sobremesa de escarola
3 tomatinhos cereja
3 mini cebolas em conserva
5 azeitonas verdes sem caroço
azeite, sal, pimenta e suco de limão a gosto

Modo de preparo:
Lave bem as folhas de escarola e rasgue com as mãos para ficarem em pedaços pequenos. Arrume num prato de sobremesa e coloque os demais ingredientes por cima. Regue com azeite, suco de limão, sal e pimenta a gosto. Sirva de entrada do almoço ou jantar.

Super básica, esta salada é minha dose diária de folhas frescas. Sem muita complicação, sempre preparo um pratinho de sobremesa desta receita para começar bem a refeição. Às vezes vario os ingredientes e alterno os tomatinhos e as cebolas com baby cenouras ou mini-milhos. Entretanto, a base é sempre a mesma.

Para saladas acompanhamentos menos é mais. Ou seja, apenas 3 ou 4 ingredientes já são suficientes para fazer uma saladinha nutritiva e deliciosa. Deixe as preparações mais elaboradas para as saladas-refeições. Nesse caso vale incluir uma boa fonte de proteína e outra de carboidrato juntamente com uma maior quantidade legumes e vegetais para deixar o prato mais fortificado.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Gostosuras saudáveis

Quem disse que uma alimentação saudável não pode incluir delícias como cachorro quente? Ficou com água na boca? Pois o segredo de manter uma dieta balanceada é poder incluir de vez em quando comidinhas gostosas como esta sem comprometer demais a alimentação.

Uma outra dica é encontrar receitas adaptadas que transformam comidas tipicamente prejudiciais à saúde em gostosuras perfeitamente saudáveis. Neste caso, tanto a salsicha como o queijo utilizado estão na versão light. Já o tradicional pão branco é substituído por uma massa feita de farinha de trigo branca e integral. O resultado é fantástico.

Cachorro quente de forno

Cachorro quente de forno

1/2 xíc. de chá de farinha de trigo
1/2 xíc. de chá de farinha de trigo integral
1 ovo
1 xíc. de chá de leite desnatado
50 g de queijo parmesão ralado light
3 salsichas de peru light picadas
100 g de pimentão verde picado
100 g de tomate picado
sal, pimenta e orégano a gosto

Modo de preparo:
Numa tigela, junte as salsichas, o pimentão verde e o tomate sem semente picados. Tempere com sal, pimenta e orégano a gosto e reserve. Em outro recipiente, misture as farinhas, o ovo e o leite desnatado e bata no liquidificador até formar uma massa homogênea. Acrescente 2/3 do queijo ralado e bata mais um pouco.
Unte uma forma refratária de fundo removível 20×20 com um pouco de margarina e farinha de trigo. Despeje metade da massa na forma e acrescente os ingredientes do recheio. Complete com o restante da massa por cima do recheio e polvilhe o resto do queijo ralado por cima.
Leve ao forno pré-aquecido em 200˚C por aproximadamente 30 minutos ou até que um palito enfiado no meio saia limpo. Sirva quente.

Rende de 3 a 4 porções.

Já tinha comido cachorro quente assado na época que fiz a minha reeducação alimentar e tinha me apaixonado. Quando encontrei esta receita fiquei maravilhada e não quis esperar nenhum minuto para experimentar. No fim ficou sensacional e minha pequena modificação para acrescentar a farinha de trigo integral não alterou em nada o resultado.

O bom desta receita é que apesar de ter sido concebida para ter este recheio, a massa adapta-se facilmente a qualquer sabor que se queira escolher. Em vez de usar salsicha é possível colocar frango ou carne desfiada e em vez de pimentão verde e tomate outros vegetais como cenoura, milho ou ervilha podem ser utilizados. Deixe sua imaginação voar e crie seu próprio “cachorro quente” de forno.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Buscando a variedade sempre

Não é nenhum segredo que eu adoro comer peixes. E achar receitas novas e diferentes para prepará-los tem se tornado um passatempo predileto meu nas noites sem muito o que fazer. Como adoro saborear estes animais marítimos gosto principalmente de variar a qualidade que como de um dia para o outro. Assim não corro o risco de enjoar de um tipo por comê-lo demais.

Quando comprei sardinha fresca, para preparar a receita de sardinha assada ao molho de ricota com mostarda, que publiquei aqui algumas semanas atrás, vieram 10 na bandeja. Como usei apenas 2, congelei as demais para usar num outro dia. Esta receita de hoje foi a desculpa perfeita para tirar o peixe do congelador e saboreá-lo novamente. Ficou uma delícia.

Sardinha crocante assada

Sardinha crocante assada

2 unidades de sardinha fresca abertas como borboletas
2 col. de sopa de farinha de rosca
1 clara
suco e raspas de 1 limão
azeite, orégano, salsinha e pimenta calabresa a gosto

Modo de preparo:
Tempere a sardinha com o suco de limão e sal a gosto. Numa tigela, misture a farinha de rosca, as raspas de limão, o orégano, a salsinha e a pimenta calabresa. Para empanar o peixe, passe a parte da carne do peixe na clara e depois na mistura de farinha. Repita com a segunda unidade.
Arrume as sardinhas numa forma refratária untada com um pouco de azeite com a pele virada para baixo. Leve para assar em forno médio (200˚C) de 10 a 15 minutos ou até que o peixe fique bem douradinho. Sirva acompanhado de arroz integral ou selvagem e legumes no vapor.

O gostinho azedo das raspas de limão dão um toque sensacional à esta receita. Como o peixe é assado e não frito, ele continua sendo bastante saudável apesar de ser empanado. Caso queira deixá-lo mais nutritivo, opte por farinha de rosca integral ou triture você mesmo duas fatias de pão integral torrado.

A quantidade de farinha indicada na receita é apenas uma base para ter noção de quanto realmente é usado no peixe. Na prática, a melhor maneira de fazer é derramar um pouco mais no prato que será feita a mistura para poder empanar os peixes sem preocupação. Mas como o resto de farinha que sobra é jogado fora, vale a pena não exagerar demais para não desperdiçar muito no final.

Por hoje é só.

Bon appetit!