Delícias caseiras

Uma das maiores vantagens de preparar pratos clássicos em casa é a possibilidade de reduzir a quantidade gritante de açúcar ou gordura que os restaurantes ou fast foods acrescentam às comidas. Por exemplo, você sabia que algumas lojas de doces colocam farinha na massa do brigadeiro para fazer render mais? Ninguém merece não é mesmo?

Além de mais saudável, preparar alguns pratos em casa ainda traz aquele gostinho caseiro que amamos tanto. Mas para isso, nem sempre precisamos fazer TUDO. Há mil maneiras de aproveitar pacotes pré-prontos à venda no supermercado mantendo a refeição saudável e, principalmente, super gostosa.

Yakisoba de frango

Yakisoba de frango

1 pacote de macarrão instantâneo sabor yakisoba
2 filés de peito de frango médios
1 bandeja de vegetais para yakisoba (aprox. 400 g de couve-flor, brócolis, cenoura e repolho variados)
1 col. de sobremesa de azeite ou óleo de gergelim
shoyu light a gosto

Modo de preparo:
Aqueça uma frigideira wok e acrescente um fio de azeite ou óleo de gergelim. Corte o frango em pedaços pequenos. Refogue na wok por 5 minutos até o frango ficar quase pronto. Reserve.
Lave bem os vegetais e corte em pedaços pequenos (se já não estiverem cortado). Refogue os vegetais na wok de 2 a 3 minutos até ficarem al dente. Devolva  frango à wok e misture bem. Comece a temperar com shoyu a gosto e continue mexendo.
Enquanto refoga os vegetais, prepare o macarrão instantâneo. Descarte o tempero que vem junto. Quando estiver pronto, escorra e acrescente o macarrão à wok. Continue mexendo para incorporar todos os ingredientes e termine de temperar com shoyu a gosto. Sirva a seguir.

Rende 2 porções.

A vantagem de comprar o macarrão instantâneo sabor yakisoba é ter o tipo de massa característico deste prato. Entretanto, como o tempero que vem junto é descartado completamente, qualquer versão serve. Alias, é possível até fazer com macarrão normal, mas o instantâneo acelera bastante o processo e ajuda a ter uma melhor noção de quantidade nas porções.

Vários supermercados trazem bandejas já prontas de vegetais cortados para preparar yakisoba. Isso facilita e muito a vida já que eles vem numa maior variedade e menor quantidade de cada um evitando o desperdício de comprar muito de cada. Além disso, por já virem cortados, acelera ainda mais o preparo deste prato já super fácil de fazer. Melhor impossível, certo?

Por hoje é só.

Bon appetit!

Para acompanhar

As vezes conseguimos preparar algo bem interessante como prato principal no almoço ou jantar. Mas ficamos quebrando a cabeça para encontrar algo inusitado ou diferente para fazer de acompanhamento. Pode ser algo bem simples ou mais incrementado, a intenção é só achar algo que combine, seja gostoso e não tire o foco da estrela da noite.

Depois de procurar muito pelos sites e livros de receitas da vida achei esta super simples que me pareceu simpática para testar alguns dias atrás. O bom dela é a pouquíssima quantidade de ingredientes que requer e a facilidade do preparo. Nada melhor para fazer numa terça-feira de carnaval e fechar com chave de ouro o feriado.

Couve-flor com especiarias

Couve-flor com especiarias


100 g de couve-flor
1 col. de sobremesa de semente de cominho
1 col. de chá de açafrão-da-terra em pó
sal e azeite a gosto

Modo de preparo:
Ferva 300 ml de água e leve a couve-flor para cozinhar por 5 minutos ou até ficar al dente. Aqueça uma frigideira antiaderente e coloque as sementes de cominho. Deixe tostar por 2 ou 3 minutos até ficarem perfumadas. Acrescente a couve-flor já em temperatura ambiente e o açafrão em pó. Regue com alguns pingos de água e mexa bem para que tudo fique coberto pelo tempero. Deixe refogar por alguns segundos e desligue o fogo. Sirva com sal e azeite a gosto.

Por ficar com uma cor e aparência belíssima, este acompanhamento serve muito bem tanto para uma refeição simples quanto para um jantar mais sofisticado. Quando fiz, preparei para comer junto do salmão grelhado com mostarda de ervas que compartilhei alguns dias atrás. A combinação ficou perfeita.

Tanto o açafrão quanto as sementes de cominho trazem à couve-flor um sabor bem marcante. Por isso, vale optar por pratos mais simples ou com menos itensidade para acompanhar o prato. Boas opções, além do salmão que já mencionei, seriam outros peixes ou carnes assadas a moda indiana. No fim fica tudo uma delícia.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Em busca da eterna praticidade

Carro chefe da culinária tailandesa, os currys nada mais são do que pratos com uma fonte básica de proteína (seja ela tofu, frango, carne ou peixe), cozidos com um misto de vegetais e temperados com diversas ervas e especiarias marcantes. Estes pratos também fazem parte em grande escala da gastronomia indiana, sendo que a grande diferença está na presença de outro ingrediente indispensável nos pratos tailandeses: o leite de coco.

Existem diversas maneiras de preparar os currys. Uma técnica um pouco mais “de raiz” seria pegar cada tempero que será utilizado na sua forma in natura e amassá-los para que juntos formassem um pó colorido. Esta mistura então seria adicionada à carne e aos vegetais numa panela ou wok enquanto fossem cozidos. Para facilitar a vida de cozinheiros mundo afora, existem hoje as pastas de curry. O tempero já vem em forma pastosa e sua aplicação no prato torna o preparo dele muito mais fácil.

Peito de frango ao curry tailandês com espinafre

Peito de frango ao curry tailandês com espinafre

1 peito de frango médio em cubos
1/2 maço de espinafre
100 g de floretes de couve-flor
1 col. de sopa de pasta de curry vermelha tailandesa
60 ml de leite de coco light
1 col. de chá de açúcar mascavo
sal e coentro a gosto

Modo de preparo:
Numa tigela, misture o leite de coco com o açúcar e a pasta de curry vermelha. Acrescente folhas de coentro picadas a gosto.
Tempere o peito de frango com sal e pimenta. Aqueça uma panela wok antiaderente e acrescente os cubos de frango para que comecem a cozinhar. Pingue algumas gotas de água para auxiliar no cozimento. Quando o frango estiver quase pronto, adicione o espinafre cortado e os floretes de couve-flor. Despeje o molho preparado e mexa bem para incorporar ao prato inteiro. Deixe cozinhar por mais alguns minutos mexendo sempre até ficar pronto. Sirva acompanhado de arroz integral.

Currys tailandeses preparados dessa maneira ficam absolutamente deliciosos. Principalmente pelo molho farto e picante que proporciona um sabor único ao prato. Uma das vantagens de servir acompanhado de arroz é que este acaba sugando todo esse molho e ficando bem molhadinho.

É importante lembrar que a pasta de curry vermelha traz uma intensidade bem picante ao prato. A sugestão de quantidade indicada na receita, entretanto, rende um molho apenas com um leve toque apimentado. Vale lembrar que quanto mais pasta acrescentada mais picante fica o prato. Sugiro ir provando o molho para adequar ao seu paladar. No meu caso, acabei colocando um pouco mais da pasta para que o sabor ficasse mais intenso. Ficou fantástico.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Gostinho aconchegante

Sou absolutamente apaixonada por salmão. Adoro ele de qualquer forma, assado, grelhado, defumado, cru. Acho que foi por isso que me encantei tanto com a culinária japonesa quando a conheci. Tem coisa melhor do que saborear deliciosas fatias de sashimi de salmão fresquinhas?

Muito por isso estou sempre a procura de novas receitas e maneiras de preparar um belo salmão. Desta vez encontrei uma dica para fazer um sopão tipicamente americano. Cheio de vegetais e com consistência mais grossinha, o fato de ter salmão como carro chefe deixou o prato simplesmente espetacular. Pretendo incluir na minha lista de jantares diários.

Salmon chowder (sopão de salmão)

Salmon chowder (sopão de salmão)

1 filé médio de salmão
1/2 cenoura média cortada em rodelas
2 talos de salsão cortados em pedacinhos
100 g de floretes de couve-flor
1 batata pequena
300 ml de caldo de vegetais
1 maço de dill fresco picado
1 col. de sopa de cebolinha picada
1 col. de copa de mostarda
sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Descasque e cozinhe a batata até ficar macia. Coe e amasse com um garfo para fazer um purê. (Se tiver restos de purê de batata na geladeira pode usar ele mesmo. Separe de 3 a 4 col. de sopa.) Reserve.
Numa panela antiaderente, refogue a cenoura e o salsão picados. Pingue um pouco de água para ajudar no processo. Acrescente o caldo, os floretes de couve-flor, a cebolinha e o salmão cortado em cubos grandes. Deixe ferver, abaixe o fogo e mantenha uma leve fervura até o salmão cozinhar (de 5 a 7 minutos).
Retire os pedaços do salmão e reserve num prato. À sopa, acrescente o purê de batata, o dill picado e a mostarda. Mexa bem para engrossar o caldo. Deixe ferver por mais alguns minutos, retorne o salmão cortado em pedaços ainda menores e tempere com sal e pimenta a gosto. Sirva em seguida.

Nunca fui muito fã de salsão então confesso que num primeiro momento fiquei nervosa quando vi os ingredientes desta receita. No fim resolvi testá-la do jeito que estava para ver no que ia dar. Para minha surpresa (e alívio) o sabor do salsão não se sobrepôs a nenhum outro dentro da sopa. Alias, ele complementou divinamente todos os outros sabores presentes.

A melhor parte mesmo é o saborzinho especial que o salmão acrescenta ao prato final. O fato dele ser cozido dentro do caldo com os legumes também ajuda a acentuar o gostinho característico desse peixe tão saboroso. Não mudaria nada nesta receita. E como já disse, entrou para minha lista de refeições que certamente repetirei diversas vezes.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Atravesando o atlântico

Receita tipicamente brasileira, o escondidinho é outro que pode entrar para o rol de refeições de um prato só. A combinação de ingredientes como carne seca, legumes cozidos e purê de mandioca faz com que um almoço de escondidinho reúna proporções balanceadas de carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais.

Mas esta delícia não fica restrita à culinária do país. Tampouco dispensa variações deliciosas como a utilização de carne moída e purê de batata ou abóbora na sua composição. Inúmeros países têm sua própria versão de pratos como este com algum tipo de carne coberto por purê. A que trago para vocês saborearem hoje vem do outro lado do atlântico e fala outra língua: o inglês.

Shepherd’s pie (escondidinho inglês)

Escondidinho inglês

150 g de batatas descascadas e cortadas
30 ml de leite desnatado
1 col. de sopa de queijo parmesão ralado
100 g de carne moída
1 col. de sobremesa de orégano
1 dente de alho
50 g de vagem holandesa
50 g de couve-flor
3 milhinhos
1 col. de sopa de molho de tomate
1 col. de sobremesa de molho inglês
60 ml de caldo de carne
1 col. de sobremesa de amido de milho
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
para o purê de batata
Ferva 500 ml de água e cozinhe as batatas com um pouco de sal até ficarem macias (aproximadamente 20 minutos). Descarte a água. Numa tigela, junte as batatas com o leite e o queijo ralado. Amasse com um garfo e misture bem até formar um purê homogêneo.

para o recheio
Numa panela antiaderente, doure a carne moída temperada com sal e pimenta-do-reino juntamente com o dente de alho picado e o orégano de 5 a 6 minutos. Acrescente os vegetais picados e mexa cozinhando em fogo médio por mais alguns minutos até a carne ficar pronta. Adicione o molho de tomate e o molho inglês e misture bem para pegar todo o sabor. Dissolva o amido de milho no caldo de carne e despeje na panela mexendo sempre até engrossar (aproximadamente 1 minuto).

montagem
Despeje o recheio de carne e legumes numa forma refratária antiaderente. Por cima, arrume o purê de batata de forma que todo o recheio fique coberto. Leve ao forno baixo (180ºC) e asse por 40 minutos até dourar. Sirva imediatamente.

Shepherd's pie

Tradicionalmente feito com carne de ovelha, milho cozido, cenoura e ervilha, o prato aceita diversas pequenas modificações. Neste caso, optei por utilizar carne de boi moída por ser mais magra e mais fácil de encontrar nos supermercados. Além disso, troquei o milho cozido, a cenoura e a ervilha pelos outros vegetais que já tinha na minha geladeira.

Estas variações, inclusive, fazem parte da própria história deste prato que era preparado entre famílias de menor renda usando sobras de comida de dias anteriores. Isso porque na época (pleno século XIX) o consumo de comidas sofisticadas e o armazenamento de alimentos era algo caro e para poucos. Use a imaginação na hora de preparar esta receita e inclua uma variedade de cores e sabores que agradem o seu paladar.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Refeições de um prato só

Inspirada na culinária oriental, refeições de um prato só como esta que trago hoje são ótimas opções para facilitar a vida na hora de pensar no almoço. Até para quem come no trabalho esta dica funciona perfeitamente já que pode ser acomodada em apenas um taper-wear e armazenada na geladeira do escritório até chegar o horário do almoço.

O espaço reduzido para acomodar toda a comida força uma interação interessante dos ingredientes da receita. Apesar de ser possível comer uma coisa de cada vez, a mistura de sabores dentro da tigela traz uma combinação fantástica para o prato.

Rice bowl (tigelinha de arroz)

Rice bowl

1/2 xic. de chá de arroz integral cozido
1 filé de tilápia (130 g)
50 g de vagem holandesa
50 g de couve-flor
50 g de cenoura
1 col. de sopa vinagre de vinho branco
1 col. de sopa vinagre balsâmico
1/2 col. de sopa de missô vermelho
1/2 limão
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Numa tigela pequena, misture o missô com os vinagres até formar um líquido homogêneo. Reserve. Cozinhe o arroz integral de acordo com as instruções indicadas. Reserve.
Lave bem as verduras. Corte a cenoura em rodelas e a couve-flor em floretes pequenos. Ferva 400 ml de água e escalde os legumes num escorredor. Despeje as verduras imediatamente num recipiente com água gelada e cubinhos de gelo. Reserve.
Para fazer o peixe, tempere com sal e pimenta a gosto. Esprema meio limão e leve ao forno médio (200ºC) pré-aquecido numa forma refratária por aproximadamente 25 minutos. Para montar o prato, coloque o arroz numa tigela e cubra com os vegetais e o filé de peixe em pedaços por cima. Por fim, regue com a mistura de missô e vinagre.

Esta forma de cozinhar os legumes pode parecer diferente, mas é muito utilizada também para preparar vegetais que são acrescentados a saladas. Além de reterem suas cores vibrantes, as verduras não perdem a textura crocante deliciosa e característica de quando são consumidos crus. Isso sem contar que escaldar os legumes ao invés de fervê-los é super rápido e fácil, o que ajuda e muito na hora de preparar a comida.

Pelo tamanho pequeno da tigela pode até parecer na foto que não tem arroz no prato. Mas acredite, ele está muito bem coberto e acaba sendo melhor temperado dessa maneira. Isso porque toda a mistura de missô com vinagre e vinagre balsâmico acaba escorrendo e embebedando o arroz que fica por baixo, uma ótima pedida para incrementar o que seria um arroz integral sem graça.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Vivendo e aprendendo

Ontem era para ter sido um jantar perfeito. Entretanto, no dia a dia vamos aprendendo que a arte de cozinhar não é uma ciência exata e as vezes as coisas não saem exatamente como planejadas.

Convidei meus tios e meu primo para jantarem na minha casa e pretendia preparar um cardápio sofisticado, mas simples, saboroso e saudável. De entrada, uma salada verde com cenoura ralada e tomate cereja. Nada de muito elaborado e confesso que comprei aqueles pacotes que já vem pronto para facilitar minha vida. Depois, servi medalhões de filé mignon ao molho de hortelã acompanhados de arroz com tomate seco. Por fim, a sobremesa foi uma espécie de gelatina de café cuja receita havia achado na internet há meses e estava esperando uma ocasião especial para testar.

O jantar aconteceu e a comida estava gostosa, mas várias coisas deram erradas durante o preparo. Primeiro, a sobremesa precisava ser batida na batedeira e eu só tenho liquidificador. Nota mental: comprar uma batedeira! Não vou entrar em detalhes, mas não funcionou muito bem e o que era para ter sido misturado não misturou direito. No fim o sabor estava bom, mas não fotografei para mostrar porque não ficou com uma cara muito apetitosa. Da próxima vez que fizer, se der certo, tiro uma foto para compartilhar.

A carne também não saiu exatamente do jeito que queria pois acabou passando um pouco do ponto. Confesso que foi a primeira vez que fiz filé mignon e não calculei bem o tempo que precisava ficar no forno. Deixei 40 minutos a 230ºC e ela ficou “bem passada”, o que não chega a ser um grande problema para quem prefere assim. Mas como todos os convidados, inclusive eu, preferimos carne “ao ponto”, não atingiu as expectativas. Agora já sei que o tempo ideal de preparo são no máximo 25 minutos.

Já o molho de hortelã ficou um pouco forte demais. Talvez tenha colocado hortelã demais durante o preparo. Mas colocando bem pouquinho em cima da carne deixou o prato bastante saboroso e com gosto diferente do que estava acostumada. Para o arroz, usei aqueles de saquinho que basta acrescentar água e deixar cozinhar por 20 minutos. Nada de mistério e ficou uma delícia.

O bom é que vamos aprendendo a cada dia com as novas experiências na cozinha. E como estou aprendendo a inovar e inventar coisas a partir do que sobrou, para meu almoço de hoje resolvi pegar o filé do jantar e acrescentar um molho diferente. Desta vez, fiz um de mostarda light para acompanhar a carne e ramos de couve flor cozidas. Foi uma ótima solução para salvar o que talvez não tenha saído perfeito da primeira vez.

A seguir a receita do molho de mostarda do cardápio de hoje. As receitas que não funcionaram muito bem do jantar de ontem compartilho num outro momento quando testar de novo e aprimorar o que fazer para ficarem perfeitas.

Molho de mostarda light

Molho de mostarda light

1/2 dente de alho amassado
Suco de 1/2 limão
1 col. de sopa de mostarda amarela ou escura
1/2 col. de sobremesa de azeite
1/2 pote de iogurte desnatado (+/- 100g)
1 envelope de adoçante (ou 1/2 col. de chá)
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Em uma tigela misture com uma colher o alho, o suco de limão, a mostarda, o adoçante e o azeite. Em seguida, acrescente o iogurte a pimenta e o sal. Mexa bem até ficar com uma consistência homogênea. O molho fica bastante pastoso e muito saboroso.

Para quem é como eu e adora mostarda, vale colocar um pouquinho a mais para que o sabor fique mas acentuado. Já para quem preferir o molho um pouco mais fino, basta acrescentar água até atingir a consistência desejada. O bom desta receita é que possibilita a utilização do molho com praticamente qualquer coisa. Hoje usei para acompanhar filé e couve flor. Amanhã pretendo usar o que sobrou para temperar uma bela salada.

E como prometido, uma foto do meu almoço de hoje. Este sim ficou uma delícia!

Filé mignon ao molho de mostarda light, arroz com tomate seco e couve flor

Por hoje é só.

Bon appetit!