De volta às origens

É com extrema felicidade que hoje comemoro 1 ano de blog!

Antes de mais nada, gostaria de agradecer imensamente todos aqueles que tem me acompanhado diariamente (mesmo que nos últimos meses nem tanto…) nessa caminhada de compartilhar receitas saborosas, saudáveis (mesmo que às vezes nem tanto… =]) e práticas para ajudar a deixar o dia a dia mais gostoso e divertido. Foram tantos elogios, conselhos, incentivos e agradecimentos que nem sei o que falar para expressar minha gratidão a todos vocês que curtiram o tempo que passamos juntos até agora.

Mas não pensem que acabou por aqui. Apesar de realmente ter que diminuir a frequência dos posts (por mim continuaria postando todos os dias, acreditem, mas outros compromissos vão surgindo por aí) não tenho a menor pretensão de abandonar este filho que criei e tenho cultivado com tanto carinho. Estarei por aqui, podem esperar!

E para comemorar um ano de descobertas, aprendizados e aprimoramentos na cozinha, resolvi compartilhar com vocês aquela que talvez seja uma das mais, se não a mais característica receita minha (que não é minha coisa nenhuma, mas tem lá seus toques especiais dados por mim). Esta aqui não é light, nem saudável, nem balanceada, nem nada do tipo. Mas como só fazemos aniversário uma vez no ano, achei que dessa vez não teria problema. Concordam?

All-American Chocolate Chip Cookie

Chocolate chip cookies

200 g de manteiga sem sal amolecida em temperatura ambiente
2 ovos
3/4 de xíc. de chá de açúcar mascavo
3/4 de xíc. de chá de açúcar
3 col. de chá cheias de essência de baunilha
2 xíc. de chá de farinha de trigo
120 g de chocolate meio amargo picado em pedaços bem pequenos
1 col. de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal

Modo de preparo:
Junte a manteiga amolecida com o açúcar e o açúcar mascavo numa tigela grande e bata com uma batedeira de mão em velocidade média-baixa até que fique tudo incorporado e leve. Acrescente a essência de baunilha e os ovos um a um e bata até ficar homogêneo. Reserve.
Em outra tigela, junte a farinha, o bicarbonato de sódio e a pitada de sal e misture bem. Acrescente a mistura seca aos poucos na mistura de manteiga e bata em velocidade baixa apenas para incorporar tudo. Por fim, junte o chocolate picado e mexa com uma colher para que fique bem misturado.
Pré-aqueça o forno a 180˚C e unte várias formas chatas com um pouco de manteiga. Aos poucos, vá colocando bolinhas da massa na forma com o auxílio de duas colheres. Cada bolinha não deve ter do que uma bola de gude pois os cookies achatam e crescem bastante. Certifique-se também de deixar espaço suficiente entre cada um para que não grudem ao assarem.

Recém saídos do forno.

Leve ao forno pré-aquecido para assar uma travessa por vez e deixe de 8 a 10 minutos dependendo de cada forno. O truque para saber se os cookies estão prontos é retirá-los no momento em que começarem a dourar na pontinha lateral da parte de baixo. Eles vão parecer um pouco crus ainda, mas terminarão de endurecer depois que esfriarem.

Deixe esfriar completamente ainda na travessa.

Repita com as demais travessas até que todos os cookies assem. Deixe esfriar por completo ainda na forma. Com o auxílio de uma espátula, retire os cookies e guarde fora da geladeira num recipiente de plástico bem fechado. Eles duram de 5 a 7 dias.

Difícil vai ser durarem mais do que algumas horas!

Rende aprox. 60 cookies.

Modéstia à parte, meus cookies são realmente sensacionais. Já gostaram tanto e foram tão aprovados que me pediram para prepará-los para uma festinha de aniversário de criança. Isso sem contar com as inúmeras tardes de domingo nas quais eu me juntava com as amigas para fazermos cookies e comer assistindo filmes trash na TV. Bom demais! Alias, aqui vai uma dica para variar o clássico brigadeiro da TPM: cookies! 😉

Estes cookies não parecem em nada com aqueles que compramos industrializados no supermercado ou em lanchonetes da vida. Por serem caseiros e terem alguns truques pessoais meus, eles saem bem mais macios e menos maçudos do que os demais. Mas convenhamos, isso que faz deles uma verdadeira delícia. Impossível descrever o sabor incrível destas guloseimas. Só fazendo em casa mesmo para experimentar!

Por hoje é só.

Bon appetit!

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Para o lanchinho da tarde

Nada melhor do que um delicioso pedaço de bolo de banana quentinho, recém saído do forno. Quando acompanhado de queijo cottage ou frutas frescas num completo café da manhã ou lanchinho da tarde a sensação fica melhor ainda. Sempre quis fazer bolo de banana, mas como moro sozinha era complicado fazer tanto só para mim.

Quando descobri esta receita, que além de levar menos gordura do que os tradicionais, ainda podia ser congelado em porções para ir comendo aos poucos, tive que experimentar. O resultado ficou simplesmente divino e em nenhum momento parece que você está comendo uma versão mais saudável desse pecado gastronômico tão bom.

Bolo de banana

Bolo básico de banana

130 g de farinha de trigo
65 g de farinha de trigo integral
60 ml de óleo de soja
150 g de açúcar mascavo
2 claras
120 g de iogurte natural desnatado
230 g de banana (aprox. 4 und. prata médias)
1 col. de chá essência de amêndoa
1 col. de chá bicarbonato de sódio
1 col. de chá de fermento
1/2 col. de chá de canela
1/4 col. de chá sal

Fatia de bolo com cottage

Modo de preparo:
Numa tigela pequena, junte a banana bem madura e amassada com o bicarbonato de sódio e o iogurte. Misture bem até ficar homogêneo e reserve enquanto prepara os demais ingredientes.
Numa tigela média, junte o açúcar, as claras, o óleo e a essência de amêndoa. Mexa bem com um garfo ou batedor de arame para ficar completamente misturado.
Finalmente, junte as farinhas, o fermento, a canela e o sal numa terceira tigela maior. Comece misturando os ingredientes molhados. Mexa bem para ficar completamente homogêneo. Junte aos poucos à mistura de farinha e mexa bem apenas para ficar completamente incorporado. Evite mexer demais neste momento para não deixar o bolo muito duro.
Derrame a massa numa forma de pão retangular untado com um fio de óleo e farinha. Leve ao forno pré-aquecido em 180˚C e asse por 50 minutos ou até que um palito inserido no meio saia limpo.

A receita original pedia a essência de baunilha tradicional. Resolvi inovar e finalmente usar a essência de amêndoa que tinha comprado e estava esperando um momento especial para poder usar. Achei a combinação fantástica e o fato de ser essência de amêndoa deu ao bolo um toque diferente e super saboroso.

Bolo de banana com kiwi e cottage

Esta receita é simples e básica. O bom é que ela pode ser incrementada dependendo do gosto de cada um. Uma opção é acrescentar gotinhas de chocolate meio amargo na massa antes de levar para assar. Você pode também colocar amêndoas ou nozes picadas na massa para dar um toque à mais. De qualquer maneira, a versão pura como a minha já ficou uma delícia!

Rende 15 porções.

Por hoje é só.

Bom appetit!

As vantagens da preparação caseira

Quem disse que uma alimentação saudável e balanceada não pode incluir delícias pecaminosas como um belo e suculento hambúrguer? O segredo está em escolher bem os ingredientes e as porções. Como sempre, o mais indicado é optar pela versão caseira, já que os encontrados prontos nas grandes redes de restaurantes são absurdamente enormes.

Outra vantagem de fazer seu próprio hambúrguer é poder escolher a carne usada. Os melhores cortes são os mais magros da carne bovina como a alcatra, coxão mole ou mesmo o macio filé mignon. Muitas receitas levam ovo e farelo de pão torrado para segurar os hambúrgueres, mas as mais gostosas são feitas exclusivamente com uma boa porção de carne, como esta que trago hoje.

Hambúrguer picante com conserva de cebola roxa

Hambúrguer picante com conserva de cebola roxa

Cebola:
50 g de cebola roxa
60 ml de vinagre de vinho branco
5 g de açúcar mascavo
1/4 de col. de chá de sal

Hambúrguer:
120 g de carne moída
azeite, sal, pimenta calabresa, cominho e coentro picado a gosto

Modo de preparo:
Corte a cebola roxa em rodelas finas. Coloque o vinagre, o açúcar e o sal numa tigela pequena. Mexa bem até dissolver por completo. Se preciso, leve ao micro-ondas por alguns segundos para ajudar a dissolver. Coloque a cebola na tigela e deixe em conserva por pelo menos 6 horas ou até 2 dias.
Para fazer o hambúrguer, junte a carne moída, com o coentro picado numa tigela. Tempere com sal, pimenta calabresa e cominho a gosto e misture bem para formar uma bola homogênea. Achate delicadamente até ficar em formato de hambúrguer. Coloque numa forma refratária antiaderente regada com um fio de azeite.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 200˚C por 20 minutos ou até atingir o ponto desejado. Sirva com a cebola roxa em conserva por cima.

Para quem está acostumado a comer os hambúrgueres dos restaurantes certamente vai achar o tamanho deste feito em casa bem pequeno. Mas repito: a quantidade da versão caseira é a mais indicada para manter uma alimentação balanceada sem exageros.

O fato desta receita usar apenas carne e dispensar o ovo e o pão torrado na preparação também influencia no tamanho final da porção. Ou seja, ele pode até parecer menor, mas a carne está bem mais concentrada o que faz do hambúrguer mais consistente. Isso sem contar com o sabor que, aliado ao coentro e ao cominho, ficou absolutamente divino!

Por hoje é só.

Bon appetit!

A globalização da culinária

A globalização que vivemos hoje já atingiu tantos níveis da sociedade que não tinha como a gastronomia ficar de fora. Por um lado isso é ótimo já que permite que todos conheçam as diversas culinárias que existem no mundo. O problema é que com essa globalização inevitavelmente ocorrem também a generalização das comidas.

Explico: muitos pratos típicos de algumas regiões são alterados ou modificados levemente para adequar-se ao paladar do local em que são introduzidos. Com isso, corre-se o risco de várias comidas, teoricamente diferentes, acabarem ficando com sabor extremamente parecido.

Bife mongol

Bife mongol

10 ml de shoyu
1/2 col. de sopa de açúcar
1/2 col. de sopa de maizena
1 col. de chá de molho de ostra
1 col. de chá de vinagre de arroz
1 col. de chá de curry vermelho
100 g de filé mignon
200 g de abobrinha
10 g de cebolinha
1 dente de alho
azeite, gengibre, sal e pimenta calabresa a gosto

Modo de preparo:
Numa tigela pequena, junte o shoyu, o açúcar, a maizena, o molho de ostra, o vinagre de arroz e o curry vermelho até que fique bem homogêneo. Reserve.
Aqueça uma panela wok antiaderente e regue com um fio de azeite. Refogue o dente de alho amassado até que fique aromático. Acrescente a abobrinha cortada em tirinhas e refogue por 2 minutos até começar a amolecer. Acrescente a carne cortada em tiras e refogue por alguns minutos até que fique quase no ponto.
Junte a cebolinha cortada também em tirinhas, salpique com gengibre em pó e sal a gosto e mexa mais um pouco. Derrame o molho reservado e a pimenta calabresa a gosto. Termine de mexer até o molho encorpar levemente e a carne atingir o ponto desejado. Sirva com arroz integral ou jasmim.

Muitos já devem ter achado que as comidas de países asiáticos como a China, Tailândia, Indonésia e Vietnã são todas iguais. A verdade é que elas possuem verdadeiras semelhanças, até pela proximidade dos países o que acaba resultando numa familiaridade entre os ingredientes usados.

Apesar disso, todas essas culinárias possuem toques diferentes e quando são apreciadas da maneira original podem ser identificadas pelo que realmente são. A receita de hoje trás toques especiais da Mongólia, mas certamente a receita que testei não deixa de ter também elementos dessa culinária “globalizada”. Acho que para comer um bife mongol de verdade só mesmo indo visitar a Mongólia. Quem sabe um dia, não é?

Por hoje é só.

Bon appetit!

Relembrando o passado

Nada me parece tão Americano quanto a combinação de manteiga de amendoim com geleia. Quem nunca viu um filme no qual alguém esteja comendo um típico sanduíche com esse recheio? Quando sinto muita saudade da minha adolescência nos Estados Unidos, confesso que abro a geladeira e como uma colher de sopa de manteiga de amendoim. É bom demais.

Por isso fiquei tão empolgada quando achei esta receita de muffins que combinava os dois ingredientes clássicos. Me pareceu um pouco estranho assar os muffins com a geleia já dentro. Mas a melhor parte foi descobrir que o sabor ficou absolutamente divino sem sobrecarregar demais nenhum dos dois. Mesmo quem não é muito fã da manteiga de amendoim vai conseguir aproveitar a delicadeza dela nesta receita.

Mini muffin de manteiga de amendoim com geleia

Mini muffin de manteiga de amendoim com geleia

1/2 xíc. de chá de farinha de trigo
1/2 col. de chá de fermento em pó
1/4 col. de chá de bicarbonato de sódio
1/8 col. de chá de sal
1/4 xíc. de chá de açúcar mascavo
1/4 xíc. de chá de iogurte semidesnatado
1/2 col. de sopa de óleo de canola
1 col. de sopa de manteiga de amendoim natural
1 clara
1 col. de sopa de geleia

Modo de preparo:
Numa tigela grande, misture a farinha com o fermento, o bicarbonato e o sal. Reserve. Em outra tigela, junte o açúcar, o iogurte, o óleo, a manteiga de amendoim e a clara. Bata na batedeira em velocidade baixa até ficar homogêneo.
Faça um buraco no centro da mistura seca e acrescente a mistura molhada aos poucos. Mexa com uma colher de pau apenas até ficar tudo incorporado. Tenha cuidado para não mexer demais pois os muffins podem ficar duros.
Unte uma forma de mini muffins com azeite ou margarina. Divida metade da massa entre as forminhas. Coloque um pingo da geleia no centro de cada muffin de forma que ela fique dividida de maneira igual entres os muffins. Derrame o restante da massa nas formas terminando de cobrir a geleia em cada um.
Leve para assar em forno pré-aquecido em 180˚C de 12 a 15 minutos ou até que um palito enfiado no meio saia limpo. Saboreie com uma bela xícara de chá no lanche da tarde.

Rende 12 mini muffins.

Como todas as outras receitas de muffins que já publiquei aqui no blog (tanto a integral de banana, a de chocolate branco com damasco e a de cacau com chocolate meio amargo) estes muffins também podem ser congelados para serem saboreados num outro dia. Para isso, basta deixá-los esfriarem por completo e embalar cada um num saquinho de plástico.

Vale à pena investir na versão natural da manteiga de amendoim para esta receita e para qualquer outra que você desejar. Digo isso porque as versões industrializadas, apesar de falarem que não contêm gorduras trans, incluem uma pequena quantidade mesmo assim, o que as torna menos saudáveis. Além disso, a versão natural é bem mais saborosa.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Combinações saborosas

Por mais que tenhamos alguns pratos que são favoritos e clássicos, é sempre divertido acrescentar elementos diferentes para dar aquele toque a mais. Sou apaixonada por comida tailandesa, mas também tenho meus dias em que prefiro algo mais simples como uma básica carne moída refogada. Quando achei esta receita que juntava o útil ao agradável tive que experimentar.

O prato consegue unir a facilidade de uma simples carne moída refogada com a constelação de sabores exóticos e deliciosos da clássica culinária tailandesa. No fundo, a receita fica super parecida com outras que já publiquei aqui, como a de curry de camarão e a de tilápia com legumes no vapor. Mas neste caso a carne moída traz um quê de diferente e delicioso ao prato final.

Carne moída à tailandesa

Carne moída à tailandesa

120 g de coxão mole moído
1 dente de alho
1 col. de sopa de cebola picada
1 col. de chá de pasta de curry tailandês vermelho
60 g de molho de tomate
15 ml de leite de coco light
1 col. de chá de açúcar mascavo
suco de 1/2 limão
1 col. de chá de molho de peixe tailandês
coentro a gosto

Modo de preparo:
Aqueça uma panela antiaderente em fogo médio e regue com um fio de azeite. Refogue o alho picado e a cebola picada até ficarem macios e aromáticos. Acrescente a carne moída e refogue por alguns minutos até começar a dourar.
Despeje a pasta de curry tailandês vermelho e o molho de tomate e mexa bem para incorporar os temperos. Cozinhe por dois ou três minutos até reduzir bem o molho. Em seguida junte o leite de coco, o açúcar mascado, o suco e limão e o molho de peixe. Misture tudo e cozinhe por mais alguns minutos até o caldo engrossar um pouco. Sirva com arroz jasmim e salpicado com coentro a gosto.

Uma das peculiaridades da culinária tailandesa é que as receitas não começam da mesma forma que outras tradicionais com as quais estamos acostumados. Aquele primeiro passo que sempre inicia as receitas de temperar a carne com sal e pimenta é totalmente desnecessário na cozinha da Tailândia.

O motivo disso é a quantidade de tempero que é acrescentado no decorrer da receita. Todos os sabores são contemplados, o salgado, o doce, o azedo e o picante e o fato de ir adicionando aos poucos enquanto o prato é preparado faz com que a comida adquira um gosto mais que especial. Esta receita ficou divina e nos leva numa viagem gastronômica peculiar e deliciosa.

Por hoje é só.

Bon appetit!

Uma deliciosa combinação de sabores

Peixes brancos e delicados como a tilápia podem ficar sem graça se preparados sem o devido amor e carinho necessários. Isso porque quando assados puros eles possuem um sabor muito suave e quase imperceptível. Incrementá-los com alguns temperos torna-se indispensável.

Ao mesmo tempo, essa característica especial desses peixes, ao contrário de outros mais marcantes como o salmão, o atum ou a sardinha, faz com que eles consigam incorporar uma imensidade de sabores e especiarias diferentes. Com isso, um simples filé de tilápia pode transformar-se na refeição que você desejar, basta escolher os temperos certos.

Tilápia cítrica agridoce

Tilápia cítrica agridoce

1 filé de tilápia médio
30 ml de suco de laranja fresco
15 ml de suco de limão fresco
1 col. de chá de açúcar mascavo
1 dente de alho
1 col. de sobremesa de azeite
1 col. de chá de shoyu light
1/2 col. de chá de cominho em pó
sal, pimenta e pimenta calabresa a gosto

Modo de preparo:
Tempere a tilápia com sal e pimenta a gosto e arrume numa forma refratária antiaderente. Numa tigela, misture os sucos cítricos, o açúcar, o dente de alho amassado, o azeite, o shoyu e o cominho em pó. Mexa bem até ficar completamente dissolvido. Derrame a mistura por cima do peixe e deixe marinando por pelo menos 30 minutos.
Leve para assar em forno pré-aquecido em 200˚C por 20 minutos ou até atingir o ponto desejado. Salpique pimenta calabresa moída por cima e sirva acompanhado de arroz sete grãos.

No fundo esta receita é bastante simples, todo o sabor vem da rápida marinada feita para o filé de tilápia. A combinação de sabores cítricos, doces e picantes traz uma complexidade fantástica e incorpora-se brilhantemente com a delicadeza do peixe. Além disso, a açúcar ajuda a caramelizar a tilápia enquanto está assado fazendo com que o sabor final fique simplesmente espetacular.

O bom desta marinada é que ela não funciona apenas para peixes. Experimente prepará-la para temperar um filé de peito de frango ou fatias de lombo de porco. De modo geral, qualquer carne branca que seja mais delicada irá incorporar muito bem a grande variedades de sabores presentes nesta receita. Fica uma delícia.

Por hoje é só.

Bon appetit!